abandona os versos antigos.
veste palavras novas,
verbos jamais ouvidos.
mas todas as coisas
ainda trago vivas
dentro.
interessa-me
o que resiste além da matéria:
uma fotografia
livre do tempo -
em preto e branco,
em sépia
ou saturada.
como um papel antigo
que se recusa
ao engavetamento.
Gostei muito do novo blog, Ulisses. Bom saber que a partir de agora vai ser possível ler seus textos por aqui, gosto muito do que você escreve, você sabe, com certeza vou passar por aqui sempre, abraço!
ResponderExcluirValeu, Fábio, bom te ver por aqui, e serás sempre bem-vindo! Mi casa, su casa. Outro abraço!
ExcluirE o passado é uma roupa que não nos serve mais. (Belchior)
ResponderExcluirme imagine juntando as mãos pra formar um coraçãozinho pra essa música, pro Belchior, pra Elis cantando também e pra ti.
Excluir<3
ExcluirEntre tantos, este poema desperta ao som de novos ventos. Na verdade, amei.
ResponderExcluirBeijo.
Que bom saber, Teresa, obrigado, e outro beijo.
ExcluirEncontremos respostas e versos para dar novo sabor ao viver!!!
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